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Boa Tarde .

Os pés descalços tocaram a areia e logo ali ela soube que estava em paz... Uma paz que a atormentava pois as imagens do passado




Esta é a estória...

Esta é a estória de um príncipe que vivia em um pequeno planeta. O narrador anônimo encontra o pequeno príncipe quando seu avião cai no Deserto do Saara. O narrador se empenha em consertar seu avião, quando ele ouve uma pequena voz lhe pedindo para desenhar uma ovelha. O narrador se volta e vê o pequeno príncipe.
O narrador descobriu que o príncipe veio de um planeta tão pequeno que ele podia observar o pôr do sol a qualquer momento que quisesse, tendo apenas que se virar. A razão por que ele queria a ovelha era porque as ovelhas comem pequenas plantas. Ele queria que a ovelha comesse os baobás que eram um grande problema em seu planeta. O narrador diz que os baobás são árvores grandes, mas o príncipe explica que elas começaram pequenas. Contudo, o príncipe ficou preocupado, porque ovelhas também comem flores, e o príncipe tinha uma flor muito especial em seu planeta, uma que ele muito amava. A flor, apesar de bela e cheirosa, era boba e exigente. Mesmo que ingenuamente não tivesse medo de tigres, crendo que seus espinhos a protegeriam, ela exigia que o príncipe construísse uma tela para protegê-la do calor. Ela lhe disse para colocá-la debaixo de uma esfera de vidro à noite para protegê-la do frio.

Apesar de o príncipe amá-la, ele se cansou de ouvir suas palavras e suas exigências, por isso ele deixou o planeta.
Antes de chegar à terra, o príncipe visitou muitos planetas. Um rei vivia no primeiro planeta que ele visitou. O rei ficou feliz em ter um súdito. O rei exigiu obediência. Ele tentou fazer o príncipe ficar, mas o príncipe partiu, pensando em como as pessoas adultas são estranhas.

Um homem presunçoso ocupava o segundo planeta. O homem presunçoso queria que o príncipe o aplaudisse e o saudasse. O príncipe se cansou disso, e quando partiu, estava mais convencido do que nunca de que os adultos eram muito estranhos.
Um bêbado ocupava o terceiro planeta. O príncipe perguntou por que ele bebia. O bêbado respondeu que ele bebia para se esquecer de se sentia envergonhado por beber. O quarto planeta era ocupado por um homem de negócios que não fazia outra coisa senão contar estrelas, dizendo que eram todas dele. O príncipe pensou que esses homens eram tão estranhos quanto os outros. O quinto planeta era o menor, e era ocupado apenas por um acendedor de lampiões, cujo trabalho era acender a lâmpada solitária da rua. Contudo, o acendedor estava exausto, dizendo que seu trabalho já tinha sido muito melhor. Ele acendia a luz da rua à noite e a apagava pela manhã, dando-lhe o resto do dia para descansar, e ele podia dormir à noite. Contudo, o planeta começou a girar mais e mais rápido. O dia durava apenas um minuto, por isso ele tinha que constantemente acender e apagar a lâmpada. O príncipe sentiu muito ter que deixar este planeta, pois os dias curtos significavam que ele tinha muitos pôr do sol.

O sexto planeta era maior e ocupado por um geógrafo. Mas ele era incapaz de contar ao pequeno príncipe qualquer coisa sobre o seu planeta, porque não era um explorador. Ao invés disso, ele pediu ao príncipe que lhe falasse sobre o seu país. O príncipe disse que ele não era muito interessante, porque era pequeno. O geógrafo aconselhou o pequeno príncipe a visitar a terra.

Quando o príncipe visitou a terra, ele não viu ninguém a princípio. Ele continuou andando e por acaso encontrou um jardim de rosas. Ele ficou muito triste ao perceber que sua flor, que ele achava ser completamente única, era apenas uma rosa comum como aquelas no jardim. Então ele encontrou a raposa. Ele pediu à raposa para brincar com ele, mas a raposa disse que não podia, pois a raposa não era mansa, o que o príncipe não entendeu. A raposa explicou o que ela queria dizer, e disse ao príncipe que se ele quisesse um amigo, teria que cativá-lo. Então eles criariam um vínculo, e seriam únicos um para o outro. O príncipe percebeu que sua rosa tinha lhe cativado. Ele voltou todos os dias para ver a raposa, sentando mais perto cada dia, até que a raposa foi cativadaa e eles ficaram amigos. Quando o príncipe foi embora, a raposa lhe disse que ele era responsável por sua rosa, porque ele a tinha cativado.

O príncipe descobriu que ele precisava voltar para casa para cuidar de sua rosa. O narrador ficou muito triste, mas o príncipe disse que eles sempre seriam amigos e que toda vez que o narrador olhasse para as estrelas, ele pensaria no príncipe.

Em suas viagens, o príncipe aprende o que significa amar alguém. Ele descobre o tanto que sua rosa é importante para ele, mesmo que às vezes ela seja difícil. As pessoas que vivem sozinhas nos planetas que o príncipe visita parecem ser uma metáfora da solidão e isolamento entre os adultos. O rei, o homem presunçoso e os outros ficam presos em uma maneira de olhar para si mesmos e interagir com as poucas pessoas que eles encontram, e são incapazes de genuinamente se comunicar. Eles não guardaram nada da mente aberta que podem ter tido quando crianças. O príncipe sai de toda a experiência crendo que vale a pena amar alguém, mesmo que isto algumas vezes traga tristeza...

Amigos Bom Dia! .

Temos como Finalidade interagir em idéias com a oportunidades por tecnologias de mostar atráves deste o muito em expressões. Pelo sim, ou pelo não, talvez não sejamos ouvidos ou tenhamos exitos imediatos, porém importante frisar que através de variados tipos de expressividades, aquilo que repudiamos, também proliferam por meios identicos. Por isso ter Conhecimento e pedir a sabedoria que é Dom de Deus, convém e é Bom. Que sejamos sempre unânimes em Amor, respeito ao Próximo, no Mundo !!! Paz A Todos.

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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Perseguidores de Jesus


Saulo !!! Saulo !!! Por que me persegues??? (Bíblia Sagrada) 1. Coreia do Norte 2. Arábia Saudita 3. Afeganistão 4. Iraque 5. Somália 6. Maldivas 7. Mali 8. Irã 9. Iêmen 10. Eritreia 11. Síria 12. Sudão 13. Nigéria 14. Paquistão 15. Etiópia 16. Uzbequistão 17. Líbia 18. Laos 19. Turcomenistão 20. Catar 21. Vietnã 22. Omã 23. Mauritânia 24. Tanzânia 25. Egito 26. Emirados Árabes Unidos 27. Brunei 28. Butão 29. Argélia 30. Tunísia 31. Índia 32. Mianmar 33. Kuweit 34. Jordânia 35. Barein 36. Palestina 37. China 38. Azerbaijão 39. Marrocos 40. Quênia 41. Comores 42. Malásia 43. Djibuti 44. Tadjiquistão 45. Indonésia 46. Colômbia 47. Uganda 48. Cazaquistão 49. Quirguistão 50. Níger A conversão de Saulo 1-2 Entretanto, Saulo, ameaçador e desejoso de destruir todos os discípulos do Senhor, dirigiu-se ao supremo sacerdote, em Jerusalém, pedindo-lhe que lhe fosse passada uma carta credencial dirigida às sinagogas de Damasco, exigindo a cooperação destas na perseguição de quaisquer seguidores do Caminho que Saulo aí encontrasse, tanto homens como mulheres, para que pudesse levá-los acorrentados para Jerusalém. 3-4 Ao aproximar-se de Damasco no cumprimento desta missão, uma luz brilhante vinda do céu fixou-se, de súbito, sobre ele. Caindo no chão, ouviu uma voz que lhe dizia: "Saulo, Saulo, por que me persegues?" 5-6 "Quem és tu, Senhor?", perguntou."Sou Jesus, aquele a quem tu persegues! Levanta-te, vai para a cidade e espera por instruções minhas." 7 Os homens que acompanhavam Saulo ficaram mudos de surpresa, pois ouviam uma voz mas não viam ninguém 8-9 Quando Saulo se levantou, verificou que deixara de ver. Tiveram de o levar pela mão até Damasco, onde ficou três dias sem comer nem beber. 10 Ora, havia em Damasco um discípulo chamado Ananias, a quem o Senhor falou numa visão, chamando-o: "Ananias!""Aqui estou, Senhor!", respondeu. 11-12 O Senhor disse: "Vai à rua Direita, procura em casa de Judas um homem chamado Saulo de Tarso. Neste momento está ele a orar, pois mostrei-lhe em visão alguém chamado Ananias que deverá procurá-lo e que porá as mãos sobre ele para que torne a ver!" 13-14 "Mas, Senhor", exclamou Ananias, "contaram-me coisas terríveis que este homem fez aos crentes de Jerusalém! E consta que tem mandatos de prisão, passados pelos principais dos sacerdotes, autorizando-o a prender, em Damasco, todos os que invocam o teu nome!" 15-16 O Senhor insistiu: "Vai, pois Saulo é o meu instrumento escolhido para levar a minha mensagem às nações e até à presença dos reis, bem como ao povo de Israel. E mostrar-lhe-ei quanto ele deverá sofrer por mim." 17 Ananias obedeceu. Na presença de Saulo, pôs as mãos sobre ele e disse-lhe: "Irmão Saulo, o Senhor Jesus, que te apareceu no caminho, enviou-me para que sejas cheio do Espírito Santo e tornes a ver". 18 Imediatamente, caindo-lhe como que umas escamas dos olhos, Saulo recuperou a vista, e, levantando-se, foi baptizado. Saulo em Damasco e em Jerusalém 19 E, depois de comer, renovou as forças. Saulo ficou com os crentes de Damasco durante alguns dias, 20 indo logo à sinagoga anunciar as boas novas a respeito de Jesus, afirmando que ele era na verdade o Filho de Deus! 21 E todos quantos o escutavam ficavam pasmados: "Não é este o homem que perseguia os seguidores de Jesus em Jerusalém? E consta que veio cá para os prender e levá-los acorrentados aos principais dos sacerdotes!" 22 As pregações de Saulo eram cada vez mais fervorosas, e os judeus de Damasco não conseguiam refutar às provas que ele apresentava de como Jesus era o Cristo 23 Uns tempos depois, os judeus resolveram matá-lo. 24 Mas Saulo foi informado dos seus planos e de que vigiavam as portas da cidade dia e noite prontos a tirar-lhe a vida. 25 Assim, durante a noite, alguns dos que se haviam convertido por seu intermédio passaram-no para fora, baixando-o numa cesta pela muralha da cidade. 26-27 Chegando a Jerusalém, tentou pôr-se em contacto com os crentes, mas todos tinham medo dele, pensando que fosse um impostor. Barnabé conduziu-o junto dos apóstolos e contou-lhes como Saulo vira o Senhor na estrada de Damasco e o que o Senhor lhe dissera, mencionando também as suas poderosas pregações em nome de Jesus, em Damasco. 28-30 Aceitaram-no então, e a partir daí Saulo andava sempre com os crentes, pregando com coragem em nome do Senhor. Mas alguns judeus de língua grega, com os quais ele discutira, combinaram assassiná-lo. Quando os outros crentes souberam do perigo que corria, levaram-no para Cesareia, enviando-o depois para a sua terra em Tarso. 31 Entretanto, a igreja vivia em paz em toda a Judeia, Galileia e Samaria, crescendo com força e em número. Os crentes aprendiam a caminhar no temor do Senhor e na força do Espírito Santo. Fonte: Jesus dentro do barco 31/10/11 Bíblia Sagrada